UnP inicia no dia 27 o curso de Perfuração de Poços e Gás
11 de set. de 2008
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4 de set. de 2008
Como proceder no caso de uma retenção de placenta.
-Alguns cuidados devem ser tomados levados em consideração quanto à questão é tratar vacas com retenção de placenta.
Postado por Hildo Filho às 04:51 0 comentários
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3 de set. de 2008
Dicas do veterinário I Parte - Cães
Lembre-se que somente a cumplicidade e o respeito ao cão serão garantia de uma mútua compreeção.
Para tanto você precisará:
Respeitar seu animal e suas características naturais.
Oferecer a ele espaço suficiente para viver, onde tenha uma atividade cotidiana.
Leva-ló regurlamente ao veterinário e providenciar para que ele receba todas as vacinas.
Oferecer uma alimentação saudável e equilibrada que corresponda às suas necessidades.
Educa-ló sem dominação exagerada e sem deixar que qualquer agressividade se desenvolva.
Evitar incômodos que ele possa vir a causar a vizinhança e ao meio ambiente.
A ESCOLHA DO FILHOTE
Uma questão de extrema importância para quem quer os adquirir.
Comece apreciando o cão adulto, antes de olhar para aquela apaixonante bolinha de pêlos. Observe bem o animal que ficará ao seu lado por uma dezena de anos, quando ele não será mais aquele bebê de poucos meses.
O primeiro ano representa um grande desenvolvimento para o cão, quinze vezes mais rápido que para o homem. Costuma-se dizer que 1 ano da vida do cão corresponde a sete anos da vida do homem. Na realidade, a relação é variável segundo os períodos: a juventude do cão parece muito curta, em comparação com sua maturidade e sua velhice.
O ASPECTO
Observe primeiramente sua pelagem. Pêlos longos significam necessidade de bastante cuidado. Se você não se sentir encorajado a utilizar regurlamente escovas e pentes, prefira um cão com pelagem curta para evitar que ele fique sempre com a pelagem mal tratada, cheio de nós, dando aspecto de "largado".
Você é maníaco por limpeza? Um cão que não solte pêlos não só existe como é bastante comum. Todos os cães regularmente tosados como os Poodles ou os Ccckers perdem menos pêlos. Os cuidaos com a manutenção são poucos, bastando ser levados regularmente para serem lavados e escovados.
O TAMANHO
Temos um hábito de pensar que cães grandes são mais adequados para sítios ou chácaras e cães de pequeno porte mais indicados para a cidade. Isso não impede que um Dogue Alemão, por exemplo, seja feliz em um meio urbano. Eventualmente, ele poderá causar alguns transtornos ao dono, para que o leve a pssear com maior frequência. É o modo de vida do dono e não o espaço disponível para o cão, a causa dos problemas.
O tamanho avantajado aliado a uma temperatura dominante pode causar problemas a um propietário que não esteja disposto a mostrar a sua autoridade
Um cão de tamanho pequeno, com energia de sobra para brincar, não seria bem cuidado por um propietário pacato e caseiro.
MACHO OU FÊMEA
Na maioria dos casos, é possível dizer: "pouco importa". Houve um tempo em que os criadores relataram uma maior procura por machos (cães de guarda), considerados de maior eficácia. Por outro lado, a escolha das fêmeas, por gerarem ninhadas, são mais rentáveis. O fato é que ambos os sexos têm suas vantagens e inconveniências.
A PROCEDÊNCIA
É necessário conhecer a origem do animal que se está comprando. Costuma-se dizer que os quatro primeiros meses de vida são determinantes para a vida do cão. Se levarmos em conta que quando ele chegar em sua casa ele terá dois ou três meses de idade, perceberemos a importância de saber as condições em que ele foi criado.
Para uma boa adaptação, o filhote deve ter vivido em ambiente familiar, mantendo também contato com sua mãe e irmãos. A separação de seus irmãos e irmãs é uma etapa difícil. A agressividade com outors cães ou pessoas da casa pode ser causada por uma separação precoce. É necessário que ele creça com seus irmãos para que ele desenvolva noções de limite e de espaço com outroa cães.
A CRIACÃO DO FILHOTE
Antes de 8 semanas é cedo para que ele seja separado de seus irmãos e após 4 meses, sua capacidade de adaptação em um modo de vida diferente daquele que ele vivia, é reduzida.
Dentro de uma mesma raça, existe uma grande variação de caráter. Pode-se encontrar, por exemplo, em linhagens de "trabalho’(guarda, caça, etc.) com um temperamento dócil ou mais agressivo. Dentro de uma mesma ninhada, encontramos diferenças marcantes. Dessa maneira, o auxílio do criador se torna importante na hora da escolha do filhote; ele saberá indicar qual dentre os filhotes possui as características procuradas pelo comprador, de acordo com o estilo de vida, presença de crianças ou não, personalidade, vivências anteriores com cães e poderá aconselhá-lo devidamente.
FILHOTE CHEGA EM CASA
Ele vai se apegar a fam’lia, aos seus novos donos e julgá-los rapidamente. Em alguns casos, o filhote escolhe um, dentre todos, para ser "seu dono", aquele a quem vai obedecer e respeitar.
O filhote precisa ter o seu "cantinho’, um espaço onde ele possa descansar; algo como uma cesta e um cobertor ou uma toalha. É seu novo território. Se ele fizer a escolha por si só ( em locais permitidos por você), deve ser felicitado e acariciado.
As crianças são, sem dúvida, as responsáveis pela chegada do filhote. É necessário mostrar que ele necessita de cuidados, distribuir responsabilidades e tarefas para que elas aprendam a respeitá-lo como um ser vivo e não apenas mais um brinquedo.
Um filhote de três meses dorme bastante. Não se deve incomodá-lo a toda hora ou pegá-lo de qualquer jeito. Não grite seu nome apenas para vê-lo atender. Chame-o com carinho, no espírito da obediência; a chamada do nome dele deve corresponder a uma ordem simpática e agradável.
Gritos são inúteis, seu ouvido é muito potente; nem lhe dar um sermão, pois ele não compreenderá. Para chamar sua atenção, diga apenas o nome dele, em um outro tom de voz. Para começar, escolha momentos em que ele não esteja ocupado, para se familiarizar com esta palavra. Não o chame 50 vezes por dia, sua capacidade de atenção é limitada.
É preciso lembrar que o filhote não deve ficar muito tempo só, dentro de casa. Pela solidão ele poderá estragar algumas coisas.
Não imponha a presença dele a todo momento. Não são todas as pessoas que gostam de animais bricando aos seus pés.
ALIMENTAÇÃO
Para um bom crecimento, o filhote necessita de uma alimentação equilibrada e água em abundância.
Um crescimento harmonioso depende de uma alimentação equilibrada e adaptada às necessidades específicas da cada cão. Por isso peça auxílio ao seu Vetrinário que lhe indicará a melhor alimentação.
HIGIENE -SAÚDE
Os cães, hoje em dia, têm um contato muito próximo do homem. Por isso, os cuidados com a higiene e a saúde são de extrema importância.
É essencial adquirir o hábito de escovar o pêlo de filhotes que, quando adultos necessitarão ser tosados. É difíciil um cão adulto se acostumar com toda a manipulação da tosa caso ele não possua o hábito de ser tocado com frequência.
Os banhos são importantes, o intervalo entre eles vai depender da raça e do local onde ele vive (somente dentro de casa, no quintal, com ou sem terra). Duas recomendações são importantes: use somente produtos especialmente formulados para cães, a pele deles é muito mais frágil que a nossa, sendo contra indicado o uso de produtos para seres humanos. Prefira os dias quentes, por volta das 10 horas da manhã. Após o banho, seque-o bem.
Limpezas dos olhos, ouvidos e unhas.
A limpeza dos olhos deve ser feita regularmente nas raças pequenas cujos os olhos são muito frágeis. Use sempre soro fisiológico.
Para as orelhas, preventivamente, devemos habituar o filhote a esses tipos de cuidado, retirando com os dedos os pêlos que enchem o interior da orelha. É importante que o conduto auditivo esteja limpo e seco, em especial para aqueles cães de orelhas caídas.
Cães sedentários não gastam suas unhas o suficiente, o que pode incomodar ao caminhar e mesmo deformar o aprumo.
O dono deve aprender a cortá-las ou solicitar ao veterinário que o faça.
Cuidados com os dentes
Sempre verifique os dentes, especialmente nos cães pequenos.
Não espere por um hálito fético ou que os dentes desapareçam sob tártaros para levá-lo ao veterinário. O tártaro pode provocar a queda dos dentes, gengivite (muito dolorosa), etc...
O filhote tem a tendência de colocar em sua boca tudo o que ele encontra. Vigie-o ao máximo, tome dele tudo o que possa machucá-lo.
Saber ocalendário de vacinação de seu novo familiar é de extrema importância:
O que apresentaremos a seguir é apenas uma sugestão que deve ser adptada em função da região em que vive o animal. Siga as orientações de seu Veterinário e seu animal estará sempre saudável.
CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO
IDADE
VACINAS
2 MESES
Octupla
3 MESES
Octupla
4 MESES
Octupla +Raiva
1 ANO
Repetir todas as vacinas
Texto: Felipe Alves Monfort de Mello - fammello@bol.com.br
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Postado por Hildo Filho às 05:54 0 comentários
25 de ago. de 2008
Definição: Irrigação é colocar água no solo de forma controlada e uniforme em quantidades suficientes para que as plantações existentes possam retirar o total de água que necessitam para atingir o máximo de produtividade.
A Irrigação pode ser de 2 tipos básicos:
Sistemas de irrigação:
Há 2 sistemas básicos de irrigação: Intensivos e Localizados.
Sistemas Intensivos:
Os sistemas intensivos são aqueles que umedecem o total da área cultivada. E portanto exigem uma grande quantidade de água. Podem ser:Irrigação por inundação que é muito recomendada para as plantas hidrófilas e tem os inconvenientes de gastar muita água, exigir solos planos e construções de muretas para conservar a água, retirar a areação do solo, etc.Irrigação por aspersão: é quando se provoca uma chuva artificial na plantação através de inúmeros processos. Desperdiça água, exige pressões de bombas elevadas, requer mais mão de obra, não possibilita trabalhar com águas muito solinizadas, etc.Porem para culturas intensivas normalmente tem um custo de investimento mais barato que outros sistemas.Nesta classe estão incluídos os aspersores normais, as linhas de aspersores móveis, os canhões, os pivos centrais, etc.
Em resumo, os Sistemas de Irrigação Intensivos normalmente exigem um maior consumo de água, sofrem muitas influencias dos ventos e da insolação (evaporação), prejudicam a areação do solo, exigem altas pressões de funcionamento e vazões altas e portanto custos operacionais altos.Em conta partida os investimentos por unidade de área é pequeno, e para grandes áreas o investimento por unidade de área é baixo. Facilitam o manejo das culturas pois os seus encanamentos secundários normalmente são mais espaçados e muitas vezes também móveis.
Sistemas Localizados:
Os sistemas localizados são aqueles que umedecem apenas a área do terreno onde as raízes das plantas atuam. Normalmente propiciam uma economia de água.Irrigação por sulcos: Praticamente igual a por inundação porem as culturas são plantadas em cima de oleiras e a água é colocada nos sulcos feitos entre estas. Existe um grande desperdício de água e prejudica a areação do solo.Irrigação por gotejamento: Onde se faz gotejar na área de atuação das raízes através de orifícios, labirintos, etc uma quantidade de água pré determinada umedecendo o solo apenas nestas regiões. O sistema de gotejamento provoca cones de terra úmida ao seu redor.As pressões usadas são médias pois para que os gotejadores funcionem é necessário uma pressão determinada pelo fabricante.Irrigação por micro aspersores: Onde se usa pequenos aspersores, com vazões mínimas provocando os mesmos cones de terra úmida porem com um raio maior que o dos gotejadores. São ideais para culturas frutíferas e para hortaliças de folhas que necessitam receber água não só pelas raízes como também através de suas folhas. As pressões usadas são médias a altas.Irrigação por tubos ou mangueiras porosos: Forma linhas de terra úmida ao invés de cones o que possibilita um maior desenvolvimento das raízes e um melhor aproveitamento dos sais disponíveis no solo. As pressões usadas são muito baixas.
Princípios de Irrigação e termos mais usados.
O manejo e cálculos de uma irrigação depende do tipo de solo, da quantidade de água, dos ventos da temperatura, das necessidades de cada uma das plantas e do estágio das plantas.A planta precisa continuamente ter a disposição de suas raízes água. Como normalmente o suprimento de água seja através de chuvas seja através de irrigação são intermitentes cabe ao solo armazenar a água e disponibiliza-la para as plantas.A água se armazena no solo ao redor das partículas que formam o solo. Quanto menores forem estas partículas maior será a aderência da água as partículas. Chama-se adsorsão a força de aderência da água as partículas do solo.As raízes extraem a água do solo por força osmótica. Quando a adsorsão fica maior que a força osmótica das raízes a planta não consegue mais retirar a água do solo e murcha. Quando se atinge a igualdade entre estas 2 forças chama-se ponto de murcha.Transpiração é a água que evapora das plantas quando se dá o processo de fotosintese. Depende da espécie de cada planta, do seu estágio de crescimento e do meio ambiente.(ventos, temperatura, umidade relativa do ar, insolação, etc). A noite a planta não consome água.Percolação: é a infiltração da água abaixo do nível onde existem raízes e portanto perda de água por infiltração. Estas águas formarão lençóis freáticos.Evaporação: é a água que evapora da terra devido ao sol, ventos, etc.Evapotranspiração é o total da água que o solo perde durante determinado tempo seja por evaporação, seja pela transpiração das plantas.Capacidade de campo: é a quantidade de água em % do volume total de terra existente no solo em determinado momento. Usa-se também para indicar a máxima quantidade de água que o solo pode absorver. Acima dela a água escorre.Ponto de murchamento é umidade do solo (quantidade de água no solo) cuja força de adesão da água nas partículas do solo (adsorsão) se torna maior do que a força osmótica das raízes.Á gua disponível é a parte de água contida no solo que pode ser utilizada pelas plantas e representam a diferença entre a Capacidade de Campo e o Ponto de Murcha.Nível Estático: É o nível que a água de um poço ou mina fica quando está em repouso.Nível Dinâmico: Nível de um poço ou mina quando está sendo bombeada água para fora.Perda de Carga: É a pressão que é perdida quando um líquido percorre um encanamento, ao passar por juntas e conexões, registros, filtros, etc.
Solos
Capacidade de Campo
Ponto de Murchamento
Água Disponível
Solo Argiloso
35%
18%
17 %
Solo Limoso
18%
9%
9%
Silico Limoso
13%
6%
7%
Areia
6%
2%
7
Com esta tabela teríamos para um ha com solo argiloso e em uma cultura que tivesse suas raízes a uma profundidade de até 50 cm os seguintes dados: Capacidade de campo: 0.50 X 0.35 X 10 000 = 1750 m3 Á gua retida no ponto de murchamento: 0.50 X 0.18 X 10 000 = 900 m3 Á gua disponível = 1750 - 900 = 850 m3 = 0.50 X 0.17 X 10 000 = 850 m³ A quantidade de água disponível no solo influência diretamente nos ciclos de rega. Quanto maior, maior poderá ser o tempo entre regas. Tabela de consumo das plantas: Os dados abaixo se referem exclusivamente ao consumo da planta e não levam em conta a evaporação nem percolação. São dados aproximados. Infelizmente não lembro de onde tirei. Talvez na Internet.
Cultura Consumo em mm
por m² .por dia
Trigo
2.2 a 2.8
Milho
2.8 a 4.0
Aveia
2.9 a 4.0
Batata inglesa
0.7 a 4.1
Alfafa
3.0 a 6.0
Pastagem pobre
2.5 a 5.0
Pastagem exuberante
2.5 a 6.0
Videira
0.8 a 2.3
Fruteiras em Geral
2.0 a 4.0
Plantas Hortícolas
3.0 a 8.0
Cana de Açúcar
2.0 a 8.0
Cafeeiro
1.0 a 2.0
Hidráulica de Irrigação:
Quando vamos fazer uma irrigação vamos sempre ter um problema de hidráulica. O lugar onde vamos coletar a água será sempre diferente de onde vamos querer espalhá-la.Para isto temos que transportar a água e este fato é estudado pela hidráulica.A hidráulica tem leis bastante complexas e aqui não pretendemos discuti-las. Apenas vamos indicar as principais leis e o funcionamento dos principais equipamentos mais usados em irrigações.
Equipamentos:
Canais ou valas: Quando se possui um declive é o meio mais barato de se transportar a água. Ela vai por gravidade e não custa nada. Há vários tipos e modos de se fazer um canal. Desde uma simples vala no chão sem revestimento nenhum até canais de concreto.Encanamentos e tubulações: O investimento é maior. Pode-se usar também a gravidade porem na maioria dos casos é usado em conjunto com bombas. Podem ser de ferro, de plástico, de alumínio e inúmeros outros tipos. Podem ser flexíveis ou rígidos, rosqueados, colados ou com engates rápidos e ter diversas espessuras e diâmetros.Bombas: As melhores bombas para um sistema de irrigação são as centrifugas ou as rotativas pois sua vazão é constante e não intermitente como as de pistão. Existem basicamente 2 tipo de bombas: As de baixa pressão, 1 estágio, que atingem até elevações de 35 mca a 40 mca, e as de alta pressão quando se vai alem destes limites. As de baixa pressão são mais baratas e consomem menos energia.Uma irrigação não pode ficar sujeita a uma quebra de bomba. Sugerimos sempre que a área a irrigar comportar trabalhar com 2 ou 3 bombas. Nos projetos menores deveremos ter 2 bombas trabalhando uma cada dia e nos maiores 3 bombas trabalhando 2 a 2 em paralelo.Sempre que possa tente trabalhar com bombas afogadas ao invés de bombas que succionam água. Gastam menos energia e tem operação mais fácil principalmente na automação.Reservatórios: Muitas vezes a sua fonte de água (riacho, poço, etc) não tem vazão suficiente para alimentar seu sistema de irrigação quando esta operando. Constrói-se então um reservatório que armazenará a água e dará capacidade ao sistema de irrigação quando em operação.Principalmente quando a água é de poço é recomendado ter um reservatório para não trabalhar direto com a bomba do poço na irrigação. Consegue-se maior vazão no poço.Deve-se tomar cuidado com os reservatórios para que estes não formem algas pois estas são prejudiciais aos encanamentos e a maioria dos implementos de irrigação. É importante ou cobri-los ou fazer tratamento neles.Manômetros, reguladores de pressão, odômetros, hidrômetros, etc, São aparelhos dispensáveis mas muito úteis para o bom manejo da irrigação. Não faça economia nisto. Instale-os.
Regras e Leis de Hidráulica:
Fluxo de água: O fluxo de água é sempre medido pelo produto da velocidade da água pela área que a água ocupa em sua vazão. Ou seja a Vazão é igual a velocidade vezes a área.Q = V * A.Velocidade teórica de um liquido é função da diferença de altura entre o inicio e o final da linha e do dobro da aceleração da gravidade (2g). Daí a fórmula:V = Ö 2g X hA velocidade real da água é influenciada pelo atrito do liquido com as paredes do tubo, pelo bocal de entrada no tubo, do comprimento do tubo e de vários outros fatores que fazem resistência ao liquido em seu caminho dentro do tubo.Perda de carga: é a somatória das resistências que a água sofre em seu caminho dentro das tubulações. Existem inúmeras tabelas que mostram as perdas de carga em tubulações.É necessário apenas saber que quanto menor a velocidade menor será a perda de carga. Portanto quanto maiores os diâmetros menor será a perda de carga.A perda de carga não deve ultrapassar 5% a 10% da pressão total.Perda de carga em linha de saídas múltiplas: Normalmente em irrigação há varias saídas de água em um mesmo tubo. Quando isto ocorre temos o seguinte fato:A vazão após uma das saídas de água é menor do que antes da saída. O diâmetro do tubo permaneceu igual portanto a velocidade real diminuiu também. Como o diferencial de altura (pressão) continua o mesmo, então a perda de carga também diminui.Isto é coerente pois ao diminuir a velocidade sabemos que diminuímos os atritos.Nos casos de tubulações com múltiplas saídas calcula-se a perda de carga de traz para frente como se fossem tubulações independentes e depois soma-se todas elas.Em irrigação a variação da perda de carga não deve exceder de 20% entre a primeira e a ultima saída.
Postado por Hildo Filho às 06:07 0 comentários
22 de ago. de 2008
Veja a questão de manejo no desenvolvimento da cria. Nós, nordestinos, temos que ser muito profissionais para criar. A primeira foto (acima) é de um bezerro com 90 dias de idade. A fazenda é na Espanha e a raça é Rubia Galega. A outra foto é aqui no Brasil, no estado de São Paulo, na fazenda Palmares, o bezerro mamando tem 9 meses. Aqui na nossa região o animal com dois anos não atinge esse tamanho, só em casos raros.Postado por Hildo Filho às 04:47 0 comentários
21 de ago. de 2008
Cruzeta abre V Circuito de Tecnologias para agricultura
Postado por Hildo Filho às 04:05 0 comentários


